Em chamas consumir, rachar me's'ossos, perfurar me's'olhos;
beligerência interna, falanges, destacamentos, milícias, minúcias, rejeição,
amparo de sonho e fome, fé em rilhar e rancor.

"Scerro" pálpebras co' paixão, m'afeto pulveriza sob águas.


Meu pai minha mãe minha morte
Pai mãe suicídio
Pai mãe suicídio
Meu pai minha mãe minha morte;
afogado (excesso) ela, afogado esqueço... ela? Esqueçoelo...?
(minha) paixão exulta corrompe,
nós na garganta
eu na garganta
(minha) sanidade se desprende se devora,
tal qual vela parafina, parobtusa.

Apara sem motivo, sem corte,
pára sem ter dado início ao trajeto,
escolhe sem ter especulado.

Compensado (in)saciado de motivo
(meus) desígnios secretos,
as vulvas que lambo
os sonhos que respiro com pulmões de sangue e falha;
desconstrução inacesa, inadvertida,
rumina pilhérias,
sem respaldo desamorte desamor;
rancor tingido crisântemo
cipreste chagas d'horror;
labirinto cinza vibra uma nota solitária
sob luz monótona;
vinte e sete vezes, imagens picotadas
remendadas.


Meu coração fracassa.





Fonte da imagem: https://revelame.wordpress.com/2010/12/20/marcas-da-alma/

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